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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Calopsita - Alimentando na papinha



Calopsita - alimentando na papinha

Para ter um filhote adestrado é necessário tirar o filhote do ninho após 2 semanas de vida no minimo, se você retirá-lo antes disso ele prvavelmente não irá sobreviver. Ao retirá-lo de inicio ao tratamento coma papinha especial.


1° - A ração para filhotes é especial, nunca ofereça fubá com leite ou antigas receitas que sua avó ensinava. Hoje em dia é muito fácil encontrar as rações especificas para esse fim. Você pode encontrá-las em supermercados, e geralmente em pet shops, agropecuárias e avícolas. Quando você for comprar pessa a Papinha para Psitacideos, é um alimento em pó, que deve ser misturado em pequenas quantidades adicionando água.



2° - A papinha deve ser servida morna, em estado semi-liquido, pois na natureza os pais regurjitam na boca dos filhotes, sendo assim temos que imitar ao máximo os cuidados naturais, para que eles possam se desenvolver bem e com saúde.

3° - Utilize uma colherzinha ou uma seringa, para tratá-lo, trate com calma e paciência, os filhotes necessitam ser tratados várias vezes ao longo do dia. Se você estiver utilizando a seringa para alimentá-lo, nunca aperte com força e nem injete muito rapidamente o conteúdo da seringa, pois você pode afogá-lo com a papinha. O Melhor método é a colherzinha, mas é um método mais lento, pois não cabe muita papinha na concha, além de desperdiçar mais, más é mais seguro pelo fato de não oferecer risco de afogar o filhote com ingestão brusca.

4° - Após a sexta semana de tratamento com a papinha, você já pode deixar disponível na gaiola a mistura de calopsitas, pois ele irá começar a rejeitar a papinha e procurará outras fontes de alimento, no caso a mistura de calopsitas, que tem várias sementes e vitaminas.

Basicamente é esse o procedimento que se deve seguir, os métodos de criação variam de criador para criador, esse método apresentado é um dos mais utilizados, mas nada substitui a experiência real. Devido a isso alertamos a todos que desejem criar calopsitas que tenham sempre um contato ou ajuda de algum criador mais experiente ou mesmo um veterinário especializado em aves, para que se possa ter orientações mais precisas.

Veja um vídeo sobre a alimentação com papinha e colher:
Clique no link abaixo: 


 Filhote de calopsita albina sendo alimentado na papinha com colher entortada.

Seringas dosadoras e agulhas com ponta esférica para trato no bico:

Recomendamos a seguinte loja:

Atualmente no Criadouro Matão - Calopsita as matrizes estão sendo tratadas com Ração PM13 da MegaZoo e mistura de sementes, farinhadas MegaZoo FA16 (casais que não estão com filhotes) e MegaZoo FC21 (casais que estão tratando de filhotes). Quando retirados do ninho, os filhotes mansos são tratados com papinha CC Albium da Nutrall que progressivamente é substituída pela mistura de sementes.

Bibliografia recomendada

Bibliografia recomendada  



Recomendamos  os seguintes livros:

Aves: Criação, Clínica, Teoria, Prática: Silvestres, Ornamentais...
Autor: STELLA MARIS BENEZ
Editora: Tecmedd
ISBN: 8586653349
Número de páginas: 600
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio
Sinopse: Este livro foi elaborado com o intuito de orientar os criadores de aves para o aprimoramento da suas atividades. Introduzir estes conhecimentos a novos criadores de aves e colegas veterinários que iniciam nesta área.


Autor: Carlos Eduardo E. Torloni
Editora: LIS Gráfica e Editora LTDA
Número de Páginas: 89
Impressão: Capa colorida, fotos coloridas e esquemas em preto e branco
http://www.cpt.com.br

Paleta de cores e mutações de calopsitas

Paleta de cores e mutações de calopsitas    


Vale a pena visitar a página http://www.kirstenmunson.com/cockatiels/blue.html na qual você encontra um aplicativo baseado em  Adobe Shockwave onde podemos entrar com fenótipo (aspecto externo) e genótipo (constituição hereditária) da calopsita macho e fêmea, sendo que  o programa calcula quais mutações e em que porcentagens irão  resultar os filhotes provenientes do cruzamento. Nesta página há também fotos das diversar mutações.
Outro página interessante é http://www.cockatielsplusparrots.com/mutations-genome.html , onde encontramos fotos das várias mutações das calopsitas, lembrando que a tradução das principais mutações é a seguinte:

Normal grey: cinza silvestre
Pied: arlequim
Lutino: lutino
Silver: Prata
Cinnamon: canela
Pearl: pérola
Fallow: fulvo
Whiteface: cara-branca 


Sobre mutações, veja também: http://www.parrotpages.com/tielMutations.htm 
                                              http://www.cockatiels.org

CALOPSITA MANSA - Cortando as penas das asas

CALOPSITA MANSA - Cortando as penas das asas  



Cortar as penas das asas deve ser feito principalmente para a própria segurança da ave. É aconselhável que as penas de vôo sejam aparadas para evitar sua fuga e posterior sofrimento da ave e do criador.
O corte das penas não causa dor, embora as aves não gostem muito.
Cortando as penas das asas, a aves poderão voar de um lugar ao outro em vôos curtos sem o perigo de se machucarem ou escaparem.
 
Deve-se cortar apenas as penas de vôo como na ilustração acima. Ao podar as asas, deve-se prestar atenção em novas penas que estão nascendo, elas ainda tem uma cobertura primária (camada de queratina) e por isso são diferentes. Tome cuidado para não cortá-las, pois elas irão sangrar. Se ocorrer sangramento em uma pena nova, deve-se arranca-la totalmente com uma pinça, apertando a pena perto da pele e puxando-a, ou mesmo com a mão .

Corte de 6 a 8 penas de vôo, começando pela ponta da asa para dentro. Elas só crescerão novamente na próxima muda, ou seja, após cerca de um ano.

Deve-se cortar as penas das duas asas para uma maior segurança.

As aves do Criadouro Matão Calopsita tem suas duas asas cortadas conforme a figura acima, mas com uma pequena diferença, as duas primeiras penas de voo primárias não são cortadas para uma melhor apresentação da ave e um melhor pouso caso a ave tente voar. Veja a foto a seguir:
                      Fonte: revista E-Zine n° 5

Sistema automático de fornecimento de água

Calopsita - sistema automático de fornecimento de água  





Estas fotos são do Criadouro Matão - Calopsita no qual está implantado um sistema de distribuição de água feito com bocais (bicos) de chinchila e mangueiras pretas de distribuição. Estes bocais são feitos de acordo com o mesmo princípio que são feitos os bocais de fornecimento de água para porcos. A calopsita encosta seu bico nos bocais que são feitos de latão, e automáticamante, por gravidade, a água é disponibilizada sempre limpa e corrente, vindo de um reservatório instalado acima do nível dos bicos, distribuida pela gravidade, por mangueiras de cor preta para não criar limbo nos dutos. O único inconveniente é que devemos manter os fundos das gaiolas o quanto mais limpo possível pois alguns pássaros ficam brincando com os bocais de chinchila, o que faz acumular umidade no fundo da gaiola, proporcionando ambiente para proliferação de alguns mosquitos,  o que se evita efetuando a limpeza periódica - este problema foi solucionado com a instalação de  pedaços de chapa  galvanizada abaixo dos bocais e levemente inclinadas, fazendo com que a água escorra para fora da gaiola e caia no chão (melhor do que cair no fundo da gaiola). No começo da implantação do sistema, notamos que algumas calopsitas demoravam para bicar os bocais de chinchila, problema que foi solucionado levando com a mão a ave até o bocal e esfregando o bico da ave no bocal para que ela descobrisse que de lá sai água. Na implantação que durou uma semana, 90% das aves encontraram sozinhas a água sem complicações. As restantes tivemos que levá-la a força até os bocais, ou tivemos que introduzir na gaiola uma outra ave que já estava acostumada com os bocais para que esta ensinasse as outras. É um sistema totalmente barato e de fácil implantação, com ótimo custo benefício, sendo que o criador não precisa se preocupar com a troca frequente de água.

O significado das expressões

Veja o que significa cada expressão de sua calopsita:
  • Silvos: medo, sinal de alerta para ficar sozinha.
  • Eriçar penas e balançar o corpo: relaxar tensão.
  • Dormir sobre 1 pé e com a cabeça para trás: normal e saudável.
  • Balançando a cauda para os lados, abrindo as penas: contente ou mostrando interesse em algo.

Extremamente feliz. Pronta para dormir

Falso nervoso

Atencioso

Assustado ou com medo

Agressivo

Mostrando afeição

Sentido-se seguro

Pedindo algo

Cumprimentando e feliz. Se espreguiçando, se mostrando ou dando atenção

Satisfeito ou alerta

Querendo ser acariciado

Se mostrando

Fonte:  http://www.calopsitasmansas.net/comport.htm

Sexagem de aves

Sexagem de Aves pelo DNA.

A maioria das espécies de aves, quando jovens ou mesmo adultas, não apresentam dimorfismo sexual (diferença entre machos e fêmeas) pronunciado.
Para sabermos com segurança o sexo destes animais podemos recorrer ao exame de "Sexagem pelo DNA" que gera resultados de alta confiabilidade em aves de qualquer idade.
Para que a sexagem seja diagnosticada é necessário que se coletem penas ou sangue da ave. O material coletado deve ser devidamente armazenado e identificado no kit fornecido pelo Laboratório respectivo, sendo então enviado. Seguindo as mais avançadas técnicas de Biologia Molecular, é realizada a sexagem do animal. Devido ao preço praticado por alguns laboratórios, o exame é altamente acessível a todos criadores (por exemplo, na Exon: Sexagem por DNA R$ 12,40 por amostra - Preço promocional válido na temporada 2007/2008).

Laboratórios recomendados:
http://www.unigen.com.br
http://www.exon.com.br (esta empresa encerrou suas atividades em Julho de 2010)

Proventriculite - cura com Nistatina

A Nistatina é para o uso humano, deve ser comprada em farmácias e não é encontrada em pet shop. É uma substância antifúngica, indicada no tratamento de infecções causadas por fungos da cavidade oral e para a profilaxia de candidíase2 orofaríngea nos humanos.
E nas aves é usada para o tratamento de fungos no papo, quando você percebe que há muito alimento não digerido. É PROVENTRICULITE que é uma inflamaçăo do proventrículo causada por bactérias e que leva ŕ morte das aves.

Ministrar diretamente no bico uma dose de 1/3 do conta gotas 3 vezes ao dia e por 3 dias consecutivos.

Conservar o produto em temperatura ambiente, entre 15 e 30oC, protegida da luz. Manter a embalagem fechada.
Fonte: http://www.calopsita.suzuki.art.br/dicas%20vitaminas.htm

Máquina de limpar sementes

"Máquina" de Limpar Sementes 
Soprar as cascas não é muito recomendável para a saúde. A tarefa de limpar a mistura é feita pelo peneirar as sementes e cascas. A máquina poderá ser muito útil para um criador médio. 
A máquina apresentada não passa de um conjunto de tubos em plástico PVC acoplados a um secador de cabelo que tem como função soprar as cascas das sementes. 
Garantiram-me que funciona é barata, fácil de construir e funciona para a mistura de canários. As sementes limpas são separadas das cascas.
Vou partilhar com todos vós o projecto de autor desconhecido da "Máquina" de Limpar Sementes.
Esquema de montagem e acoplagem de todos os elementos referidos no quadro  anterior. 
Não é necessário qualquer tipo de cola. 
Os tubos encaixam, nas forquilhas ,curvas e meias curvas. 
Esquema de montagem



 

A máquina pode ser fixada a uma parede, colocando dois recipientes para recolher separadamente cascas e sementes. A regulação da entrada da mistura de sementes pode ser feita conforme o diâmetro da saída do funil.
Lista de material


Quantidade
Material
Objectivo
1,5 m 
de tubo em PVC de 40 mm  de diâmetro 
construção do circuito ou corpo da máquina
3
meias curvas de 40 mm de diâmetro
construção do circuito ou corpo da máquina
2
curvas de 40 mm de diâmetro
construção do circuito ou corpo da máquina
2
forquilhas de 40 mm de diâmetro
construção do circuito ou corpo da máquina
1
funil em plástico
entrada da mistura sementes  suja
1
secador de cabelo
fornecer ar para separar cascas e sementes

Em Portugal os tubos e as curvas em PVC de 40 mm de diâmetro podem ser encontradas nas casas de materiais de construção e ou canalização nas lojas Maxmat, Aki, Leroy e Merlin, Mestre Maco e outras do género na secção de artigos de canalização. (Passe a publicidade ! ).
Um dos inconvenientes detectados são as cascas da semente de aveia, não são separadas para o lado das cascas devido ao seu peso , sendo necessário efectuar várias passagens para obter uma maior eficácia na sua separação. No entanto penso que vale a pena o esforço de construção da "Máquina".
Um orçamento aproximado de 10 euros para tubo e curvas. Um secador de cabelo barato e um funil de plástico são materiais que se tem em casa, servem para experimentar a máquina.
A máquina fixada a parede e com a saída do funil devidamente afinada para controlar a velocidade de queda e separação das sementes. e cascas. Contribui para facilitar a tarefa de limpar e reciclar a mistura de sementes.Fonte: http://canarilalmada.com

OBS: O projeto por incrível que parece é português. As "meia curvas" são curvas de 45 graus. Para quem não fornece aveia com casca aos pássaros, o único problema detectado são as cascas de girassol miúdo, onde aproximadamente 20% delas não são separados, contudo para os criadores mais exigentes seria necessário pelo menos duas passagens. A máquina é simples e pelo custo/benefício  vale a pena conferir. Depois de pronta a máquina ficou assim:
 
 


 Fotos da máquina de limpar sementes utilizada no Criadouro Matão - Calopsita.

Ficha Técnica

Nome científico: Nymphicus hollandicus
As calopsitas têm seu nome derivado de uma palavra alemã "kakatielje", que significa "pequena cacatua". O nome científico é Nymphicus hollandicus, que significa "Deusa da Nova Holanda", antigo nome da Austrália (entre 1700-1800).
Ordem / Família: Psitacídeos / Cacatuas
Nome comum: calopsita, cockatiel (inglês), caturra (Portugal)
Tamanho: 30 cm, do bico a ponta da cauda
Envergadura: 45cm
Longevidade: 20 anos (se for bem cuidada, com dieta balanceada e atividades)
Habitat natural: bosques abertos, com vegetação baixa e poucas árvores
Dieta: Na natureza alimenta-se de sementes, além de frutos e insetos. Diferentemente dos outros Psitacídeos que preferem o topo das árvores, costuma alimentar-se no chão.
Reprodução: Na natureza reproduz-se nas épocas das chuvas quando os alimentos são mais abundantes, faz seu ninho em buracos já existentes nas árvores, geralmente em eucaliptos próximos à água. Em cativeiro, a reprodução ocorre o ano todo.

Cores e padrões

Cores e Padrões



Em seu estado selvagem, a calopsita possui o chamado padrão cinza normal. Quando surgem mutações naturais, dificilmente elas sobrevivem, pois chamam a atenção dos predadores.
As inúmeras cores que existentes vem sendo obtidas pelos criadores geneticamente. A maior parte das colorações surgiu nos últimos 15 anos e algumas delas são bastante raras e difíceis de se encontrar.É importante salientar que os diversos padrões podem ser mesclados entre si, dando origem a um enorme leque de cores e tonalidades, tornando assim, cada calopsita, um exemplar único.  
CINZA OU NORMAL A variedade original, tal como a encontramos na Natureza, tem o corpo cinza com as bordas das asas brancas. A crista do macho é amarela sobre uma cabeça amarela e, na fêmea, cinza amarelado com a cabeça cinza. A cauda é totalmente negra, no macho, e na fêmea intercala negro com amarelo na parte de baixo.
O macho adulto apresenta a cabeça amarela, com duas manchas circulares laterais (bochechas) de cor vermelha, crista amarela, corpo revestido com penas de cor cinza, com o dorso mais escuro, bordas das asas brancas e cauda negra.
A fêmea adulta apresenta a mesma coloração dos filhotes. O corpo a cabeça são cinzas, tem as bochechas de um vermelho mais suave que o macho, a crista cinza-amarelada, as bordas das asas brancas e a face interior da cauda estriada de amarelo e preto, com penas laterais externas amarelas.
Em ambos os sexos, os olhos são marrons, o bico cinza escuro e as pernas e pés, cinza escurecido.


LUTINO Sem dúvida alguma, é o padrão mais popular e apreciado, tendo surgido nos Estados Unidos, em 1958. Essa mutação causa perda do pigmento melanina (que confere o tom cinza à ave). Desse modo, a cor dominante nos lutinos á a branca, apresentam os olhos vermelhos, pés rosados, crista amarela, bico marfim e cabeça amarelada com bochechas vermelhas. Nas asas e cauda, também está presente o amarelo.
Na realidade, os lutinos não podem ser considerados como brancos ou albinos, pois não são inteiramente brancos, em razão da presença das cores amarela e vermelha (dadas pelo pigmento psitacina). Os exemplares podem apresentar desde um amarelo forte até um branco quase total no corpo.
No padrão lutino, as calopsitas sofrem de um defeito de origem genética, inóculo, caracterizado pela existência de uma área sem penas localizada atrás da cabeça.
A fêmea tem estrias amarelas na face inferior da cauda e spots amarelos debaixo da asa.

PÉROLA A pérola surgiu pela primeira vez na Alemanha Ocidental, em 1967. É uma mutação que afeta as penas (há uma falta de melanina no centro de cada pena, individualmente), fazendo com que haja uma falta de coloração uniforme, resultando em penas com coloração em forma de "concha". São aves extremamente vistosas, e o padrão básico pode variar bastante. De um modo geral, mostram as duas manchas laterais à cabeça (bochechas), as faces são amarelas salpicadas de cinza, e a crista amarela riscada de cinza. As penas das costas exibem um padrão "escamado", resultante da ausência de melanina no seu centro, podendo a cor desta parte das penas variar do branco ao amarelo. As penas das asas são cinzas, com faixas amarelas. A cauda é amarela, e o peito e a barriga, listrados de amarelo e cinza.
As fêmeas carregam o perolado nas costas, asas, nuca e cabeça, com uma concentração maior nas costas. Já os machos podem perder totalmente o perolado, principalmente na cabeça e na nuca.

ARLEQUIM Conhecido também como "lutino de olhos pretos", o arlequim é a mutação mais antiga entre as calopsitas, surgida nos Estados Unidos, em 1949. Lá é chamada pied.
Esta mutação causa alteração ou disrupção da coloração normal em áreas randômicas. O padrão é extremamente variável, podendo apresentar aves bastantes semelhantes ao normal, até aquelas com poucas áreas cinzas, predominando o amarelo claro e apenas algumas penas de coloração cinza. A cabeça exibe um amarelo forte, bochechas vermelhas e crista amarela. Idealmente, um típico "arlequim" deve apresentar melanina em 25% das penas, e 75% com total ausência da substância. Um "arlequim" puro possui, ou deve possuir, uma máscara "limpa", livre de manchas cinzas, uma cauda limpa e asas de vôos com um balanço igual de marcas, em simetria perfeita.
Nesse padrão, é virtualmente impossível a distinção de sexo entre os indivíduos, uma vez que a marcação arlequim obscurece as diferenças de plumagem. O dimorfismo sexual só existe se a fêmea apresentar barras na parte inferior do rabo.
O padrão arlequim engloba quatro classificações reconhecidas: claro (ou light, com 75% ou mais de melanina), escuro (ou heavy, com apenas 25% de melanina), reverso (ou reverse, com marcações apenas nas asas de vôos, tendo restante do corpo sem melanina) e limpo (ou clear, um pássaro totalmente amarelo ou branco).

CANELA O padrão canela (cinnamon), também conhecido como Isabelino, surgiu pela primeira vez na Bélgica, em 1960.
As aves são semelhantes ao padrão normal, com exceção de alteração na coloração da melanina, resultando uma tonalidade marrom-claro ou canela. Também as pernas e os olhos são de coloração mais clara.
Os machos adultos são um pouco mais escuros que as fêmeas, em razão da maior presença de melanina. Algumas fêmeas podem apresentar mais amarelo na "face" que os machos, além do barramento típico sob as asas da cauda.

CARA BRANCA O padrão cara branca (whiteface) surgiu na Holanda, por volta de 1969. No final da década de 1970, passou a ser produzido também na Alemanha e Inglaterra.
Essa mutação causa perda do pigmento psitacina (que confere os tons amarelo e laranja), causando a falta da pigmentação laranja e amarela nas bochechas e no corpo.
A fêmea apresenta o corpo cinza, bordas das asas brancas e face interior da cauda com estrias pretas e brancas, não apresentando as típicas "bochechas", mas a face inteiramente cinza.
O macho segue um padrão parecido com o normal, porém com a face totalmente branca e as cores cinzas em tom mais escuro, a crista cinza e as bordas das asas brancas.

ALBINO O padrão albino (whiteface lutino) produz ave inteiramente branca, com olhos vermelhos e pés rosados.
Na realidade, o albino resulta da combinacão de duas mutações: a lutino e a cara branca, onde se obteve a total ausência de qualquer pigmentação.
Relativamente raros no comércio, é mais fácil encontrar fêmeas, por ser um padrão genético com herança ligada ao sexo.

CARA AMARELA (bochecha amarela) Surgida na Europa, na década de 80, ainda não se tem notícias da existência, no Brasil, de calopsitas cara amarela (yellowface ou yellowcheek). Os primeiros exemplares do padrão chegaram aos Estados Unidos por volta de 1992.
As aves cara amarela são em tudo semelhantes aos demais padrões. Diferem apenas na cor das bochechas que, ao invés de vermelhas, são amarelas. A principal diferença entre os sexos está na intensidade do amarelo das bochechas, que é mais forte no macho.
Esta mutação apresenta três variações, como ocorre no padrão prata. São elas: a dominante simples-fator, a dominante duplo-fator e a recessiva.

PRATA RECESSIVO A mutação Prata apresenta duas variantes bem distintas entre si, e a recessiva é uma delas.
Apesar de ter surgido na Nova Zelândia, em 1950, a mutação só veio a ser estabilizada na Europa, na década de 60. Ela difere do padrão normal por apresentarem os olhos vermelhos e o cinza global do corpo ter passado a uma cor prateada. Mesmo assim, existe uma grande flutuação de tons entre os indivíduos.
No restante, as demais características de cor são as mesmas do padrão normal, inclusive quanto a identificação do macho e da fêmea.

PRATA DOMINANTE Segunda variante do padrão prata, o prata dominante é uma criação relativamente recente, tendo sido fixada por volta de 1979.
As aves tem a cor cinza do padrão normal diluída, apresentando um tom pastel prateado, os olhos pretos e as pernas cinzas. O amarelo forte das faces e da crista se mantém, assim como as bochechas vermelhas. Ainda mostram, na região do pescoço, uma área de um prateado mais escuro.
A graduação do prateado varia de ave para ave, sendo a cor dos machos mais brilhante e intensa. A diferenciação entre os sexos pode ser feita do mesmo modo que o padrão normal.
Nesta variante, os genes produzem dois diferentes efeitos visuais, caso ocorram como fator simples ou duplo. Aves fator-duplo são mais claras que as fator-simples, parecendo lutinos, mas com um tom acinzentado, e retém a marcação mais escura na cabeça, olhos e pés escuros.

OLIVA OU ESMERALDA Mutação extremamente nova que surgiu nos Estados Unidos, onde é conhecida como olive ou spangle ou emerald green.
De padrão ainda não muito definido (fixado), basicamente se caracteriza por uma coloração canela-esverdeada, podendo variar de claro a escuro, e um padrão de marcação nas penas muito característico, conhecido como padrão de "lantejoulas" ou spangled, no inglês.

FULVO Surgido nos Estados Unidos, em 1971, o padrão fulvo (fallow) é semelhante ao canela, ou seja, também há mudanças na coloração da melanina, do preto para o marrom. Mas neste caso também ocorre uma diminuição da densidade da melanina, resultando em um canela pálido.
O amarelo é mais pronunciado, principalmente embaixo do corpo e crista, os olhos são vermelhos e o peito é de uma coloração mostarda ou creme. As fêmeas costumam ser mais bonitas que os machos, por apresentarem cores mais brilhantes.
Quase não há dimorfismo sexual, isto é, macho e fêmea são praticamente iguais, tornando difícil a identificação.

 PASTEL O padrão pastel (pastel face) pode ser confundido com o cara amarela, pois confere a mesma coloração. Mas esta é uma mutação sutil, que confere tonalidades mais brandas em todas as cores.
Também é um padrão de origem bastante recente (1989), tendo surgido possivelmente na Inglaterra.
Externamente as aves são em tudo semelhantes aos exemplares do padrão cara amarela, mas tem herança genética autossômica recessiva, o que facilita e acelera as combinações entre os padrões, principalmente com aqueles de herança ligada ao sexo. Seu fator genético é dominante apenas no cruzamento com o padrão cara branca.
Também aqui ocorre em duas formas: fator-simples e duplo.

PLATINUM Esta é uma mutação que só existe na Austrália. Há uma pequena confusão com relação ao nome, uma vez que nos Estados Unidos as aves prata dominante são comumente chamadas platinum.
O padrão platinum se caracteriza por uma coloração cinza-fumaça clara, como eles mesmo definem: smokey-grey.
As asas e a cauda apresentam um tom mais escuro e o bico, pés e pernas são em tom bege-claro. Eles apresentam os olhos vermelhos ao nascer, mas escurecem logo em seguida.
Fonte: http://www.petpassaros.com.br/


Fotos acima extraídas do site http://www.clubedocriador.com